quinta-feira, 16 de agosto de 2012

ENTREVISTA: Faroeste



Transmissor: Quando e como começaste a produzir?

Faroeste: Foi em 2011, por inspiração do meu irmão mais velho Cok Da Damage tcc Sr.Reitor (membro do grupo Senhores do Terror e dos Serviços Secretos)

Transmissor: Quais são os principais estilos que produzes?

Faroeste: Sou bom a produzir rap horror, rap street, cenas para revolucionários.. um pouco de tudo.

Transmissor: Que anseios tens como produtor e como cantor?

Faroeste: Como Cantor, apenas ser um exemplo de bom rapper para muitos ou seja fazer boa música. Como Produtor, gostaria de ver grandes rappers a cantar nos meus beats, como tu (Transmissor) e o meu irmão (Sr. Reitor)

Transmissor: Que projectos contaram com as tuas produções ou participação?

Faroeste: No álbum do meu irmão, tive o privilegio de ser o produtor exclusivo. No EP de Docs Beatz também sou um dos produtores, num projecto a solo com Freenezy; Participei também no álbum a solo de um dos elementos do Espectromania.

Transmissor: Tens um nome artistico muito curioso, de onde vem o nome Faroeste?

Faroeste: Sempre gostei de filmes de bang- bang e constatei que enquanto eu viver na Terra serei um forasteiro da vida.

Transmissor: Quantos nomes artísticos tens ao certo?

Faroeste: Dois, mas agora estou a afogar o outro que é Gestor...

Transmissor: Gestor porquê?

Faroeste: Porque eu escolhi esse nome com o meu irmão (Cok Da Damage tcc Sr.Reitor), constatamos que eu estou há gerir mentes, mas, esse nome foi antes de entrar nos Snhorz Du T-Ror Subt. Râneu.

Transmissor: O que significam os Senhores do Terror para ti?

Faroeste: É uma família de leais com um grande valor para mim... É um universo de sabedoria e abismo de forças positivas que me atraem para a vida do saber.

Transmissor: De um a cinco, quem são os melhores rappers em Angola?

Faroeste: Tú (Transmissor), o meu irmão (Cok), Raf  Tag, AKAM 47 e o One Two.

Transmissor: Tens algum instrumental preferido?

Faroeste: Tenho, mas são para o álbum do Cok e eu quero deixar como surpresa...

Transmissor: o que achas das produções nacionais?

Faroeste: Eu não tenho ouvido muita coisa nacional, do pouco que oiço, dá para ver que estamos num bom caminho, só que já não fazem beats pesados para Rap de terror, mas há o Ricardo 2R... o Antídoto também produz fixe, o Freenezy e o meu irmão Cok, que é a minha inspiração do quotidiano.

Transmissor: Chegamos ao fim da nossa entrevista, muito obrigado por nos ter concedido esta entrevista Faroeste.

Faroeste: De nada, estarei sempre a disposição.


Transmissor

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